Quem sou eu
- Dr. ACADÊMICO DÁRIO HEIDER
- FOI ESTUDANTE DE QUÍMICA, NUTRIÇÃO E DE ENFERMAGEM, ATUALMENTE ESTUDA MEDICINA . TENTO SER O MAIS JUSTO POSSÍVEL, SOU AMIGO E VERDADEIRO. ENGLISH: WAS STUDENT OF CHEMISTRY, NUTRITION AND NURSING CURRENTLY STUDYNG MEDICINE.TRY TO BE FAIR, I AM A TRUE FRIEND. ESPAÑOL: ERA ESTUDIANTE DE QUIMICA, NUTRICION Y ENFERMERÍA EN LA ACTUALIDAD ES ESTUDIANTE DE MEDICINA. EN MI VIDA YO BUSCO SER LO MÁS JUSTO POSIBLE, YO SOY UN VERDADERO AMIGO.
Mostrando postagens com marcador POR DARIO HEIDER. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador POR DARIO HEIDER. Mostrar todas as postagens
sábado, 9 de novembro de 2013
terça-feira, 29 de junho de 2010
DICA DE LIVRO
O livro "O BEM DE PARKINSON" de Timótio Pessoa é uma leitura rápida e muito agradável. Na minha opinião foi escrito com muita força, dedicação e inspiração. Com 48 páginas curtas e bem escritas o livro relata a luta de uma pessoa "ele mesmo" , de como todos nós podemos transformas situações difíceis em momentos agradáveis; sem perder a fé em DEUS, a vontade de viver, e a vontade de ajudar os outros por meio de ações. Este livro é sem dúvida uma benção de JESUS CRISTO.Dário Heider Viveiros de Abreu
PODE DEMORAR, MAS AS CONQUISTAS CHEGAM
O ano de 2010 está sendo muito proveitoso, depois de ser aprovado em concurso internacional gerido pela Universidade de Santiago de Compostela, agora estou muito feliz por ter sido aprovado no curso de Medicina da Faculdade Integral Diferencial - FACID, com bolsa do Governo Federal no Programa Universidade Para todos - PROUNI . Há 10 anos tento ingressar no curso de Medicina e enfim realizo meu sonho. Nunca desista de seus sonhos.Dário Heider Viveiros de Abreu
sábado, 17 de abril de 2010
UM SONHO QUASE REALIZADO


Bem pessoal, está chegando a hora de eu completar um dos meus sonhos, o de conhecer o exterior, neste caso a Europa, Portugal. Em agosto estarei indo para lá, irei estudar Enfermagem na Universidade do Minho na cidade de Braga. Desta forma, toda esta experiência tem me deixado muito feliz. E a dica do Dr. acadêmico é, se você puder fazer um curso de lingua. Faça! Isso é muito importante independentemente da lingua que você escolha. Você deve falar uma lingua além da sua materna. Abraços pessoal.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
CONTO: MINHA MÃE, MINHA VIDA
Teresina, 02 de maio de 2009
Autor: Dário Heider Viveiros de Abreu*
Conto:
Minha Mãe, minha vida
Era mais um daqueles dias quentes em Teresina, apesar do inverno forte que assolava o estado. O rio Poty e Parnaíba cheios, quase transbordando na região central, e eu voltando da faculdade nas minhas asas brancas, feliz, apesar das adversidades da vida. De repente um barulho, um choque, sabe lá. O ônibus para. Quebrou? Ta vivo? Como pode acontecer isso no meio de uma ponte?
É interessante que, a maior parte das coisas que fazemos é para agradar pessoas que amamos, eu, por exemplo, não saberia viver sem minha mãe, e falo sério,se ela vier a falecer sei que não suportarei também. E ai o cara morreu? Ta vivo? Ah! Que bom, o cara parece que não morreu. Meu Deus como a vida é frágil. Minha avó sempre diz que, “a morte vem é pra quem ta vivo”, e é mesmo, ela tem razão; quanto sangue derramado; a cor vermelha não me agrada, o sangue no chão, ai, as dores enormes. O que aconteceu?
Não sei como pode acontecer um acidente no meio de uma ponte, e tão grave. Parece que o carro caiu da ponte; ainda não entendi direito. Como foi isso? Hei! Você viu? Que povo mal educado não respondem o que perguntamos. Deixa pra lá. Agora tenho que ir para casa a pé.
Todos os dias a mesma coisa, faculdade, trabalhos, sonhos; tenho que realizar meus sonhos o mais rápido, ajudar minha mãe que só pode contar comigo. Tenho que confessar algo, algo que detesto muito, é tomar banho em dias frios como os que estão em Teresina e o pior, às cinco e quarenta da manhã para ir a faculdade sem falar em acordar cedo, bem cedo, mas é necessário.
A volta da faculdade para casa parece sempre tão semelhante, todos os dias a mesma coisa, como se fosse um dejavi, o asa branca o rio transbordando, parece brincadeira, mas o rio nunca baixa esse volume e não estamos mais no período de cheias.esse rio Poty é cinzento mesmo, mas depois daquele acidente ele ficou meio avermelhado. Não gosto da cor vermelha, não gosto do barulho que ele faz semelhante a gritos!
Ah! Toda vez que estou indo a faculdade, exatamente quando estou sobre a ponte do Poty, me recordo do acidente, parece que as pessoas que estavam naquele carro ainda estão gritando, acho que estou ficando parnoico, pois não consigo esquecê-lo. Foi muito triste! Não aguento mais essas dores que sinto na cabeça, acho que estou com problemas de vista, sempre quando estou lendo, minha cabeça dói, tudo isso depois daquele acidente.
No dia daquela tragédia lembro-me de muitas pessoas ao redor, trinta minutos após tudo o que havia acontecido, civis, PMs, bombeiros principalmente. Havia muitas pessoas envolvidas no acidente no meio da ponte do Poty, e sangue muito sangue! Umas vinte pessoas. As vinte pessoas caíram no rio era esse o número aproximado de pessoas que havia dentro do ônibus.
Todo dia tenho um sonho. Tenho esse mesmo sonho há três anos e meio, isso depois daquele acidente inesquecível do ano de 2009.
Tenho que confessar que adoro ir à faculdade, mas não entendo por que meus professores insistem na mesma aula. Acho que estou com algum problema de saúde, sinto dores na cabeça e coluna e sempre ouço vozes, choros e parece que a cada dia esses choros e vozes se intensificam, as minhas mãos estão sempre quentes. Tão quentes! Além de acordar cedo, sinto dores terríveis nas costas e tenho que tomar banho gelado e isso é terrível. Tenho que consultar o médico estou sentindo calafrios, sempre sinto isso, mas o mais me intriga são as mãos quentes, muito quentes.
Acho que adquiri um trauma depois que presenciei aquele acidente, aliás, eu nem vi o acidente direito, mas ouvia muitos gritos e sentia calafrios, pessoas falando eu indo para casa.
Todos os dias passo inúmeras vezes sobre a ponte e não compreendo, pois a realidade muda; às vezes sinto que estou parado sobre ela. A ultima vez que passei... . Minhas mãos! Não estão mais quentes, acho que estou melhorando, mas a quentura que sentia, agora sinto uma falta grande, pois desde então, elas ficaram frias, muito frias! E agora o que era desagradável me faz falta.
Não me recordo de onde deixei meus cadernos e livros e nem meus documentos, nem me recordo direito se eu peguei o ônibus.
Estou preocupado, pois dede aquele dia do acidente minha mãe nunca mais me ligou coisa que ela faz com frequência, e já estou ficando preocupado com ela, pois tenho o dever de filho de acolhê-la e recompensá-la por tudo que fez e faz por mim. Hoje iremos às cinco aulas de costume, mas, irei sair maia cedo, o professor dos dois últimos horários é terrível não gosto dele. Nunca saio mais cedo da aula e quando saio esse ônibus atrasa.
É muito interessante, após ter pegado aquele ônibus, me arrependi, não costumava matar aula. Próximo da ponte do Poty havia muitas pessoas desesperadas, pois um carro havia batido e matado algumas pessoas, minha curiosidade foi maior e decidi verificar não apenas de soslaio, mas, in loco, o carro estava esmagado, cinco pessoas dentro me parecem que mortas, entrei em desespero e tentei ajuda-las, quando me dei conta estava no meio da ponte e outro carro desgovernado colide comigo. Passaram-se três anos e meio com minhas mãos envoltas nas mãos que mantiveram quentes e me apoiaram em tudo, três anos e meio de choros e lamentos de amor em cima de mim e não acordava.
Hoje eu acordei em um leito de hospital, e só o que tinha era a notícia de minha mãe morta, depois de tanto ter esperança de me abraçar ainda em vida e não suportou. Não chorei, não poderia perder tempo; não poderia imaginar a vida sem minha mãe e a realidade de fracasso de não tê-la ajudado em vida. Hoje morro! Hoje vivo e finalmente a encontro na mesma ilusão em que me encontrava a encontro; ela me diz, finalmente acordou meu filho, me abraça e aquece minhas mãos novamente.
Descansamos juntos, na imaginação da vida na morte numa felicidade infinita que a própria realização da vida na matéria não poderia realizar. Minha mãe, minha vida o que a vida separou a morte uniu.
*Acadêmico de Enfermagem da FACD e aluno do curso de extensão em espanhol da UFPI.
Autor: Dário Heider Viveiros de Abreu*
Conto:
Minha Mãe, minha vida
Era mais um daqueles dias quentes em Teresina, apesar do inverno forte que assolava o estado. O rio Poty e Parnaíba cheios, quase transbordando na região central, e eu voltando da faculdade nas minhas asas brancas, feliz, apesar das adversidades da vida. De repente um barulho, um choque, sabe lá. O ônibus para. Quebrou? Ta vivo? Como pode acontecer isso no meio de uma ponte?
É interessante que, a maior parte das coisas que fazemos é para agradar pessoas que amamos, eu, por exemplo, não saberia viver sem minha mãe, e falo sério,se ela vier a falecer sei que não suportarei também. E ai o cara morreu? Ta vivo? Ah! Que bom, o cara parece que não morreu. Meu Deus como a vida é frágil. Minha avó sempre diz que, “a morte vem é pra quem ta vivo”, e é mesmo, ela tem razão; quanto sangue derramado; a cor vermelha não me agrada, o sangue no chão, ai, as dores enormes. O que aconteceu?
Não sei como pode acontecer um acidente no meio de uma ponte, e tão grave. Parece que o carro caiu da ponte; ainda não entendi direito. Como foi isso? Hei! Você viu? Que povo mal educado não respondem o que perguntamos. Deixa pra lá. Agora tenho que ir para casa a pé.
Todos os dias a mesma coisa, faculdade, trabalhos, sonhos; tenho que realizar meus sonhos o mais rápido, ajudar minha mãe que só pode contar comigo. Tenho que confessar algo, algo que detesto muito, é tomar banho em dias frios como os que estão em Teresina e o pior, às cinco e quarenta da manhã para ir a faculdade sem falar em acordar cedo, bem cedo, mas é necessário.
A volta da faculdade para casa parece sempre tão semelhante, todos os dias a mesma coisa, como se fosse um dejavi, o asa branca o rio transbordando, parece brincadeira, mas o rio nunca baixa esse volume e não estamos mais no período de cheias.esse rio Poty é cinzento mesmo, mas depois daquele acidente ele ficou meio avermelhado. Não gosto da cor vermelha, não gosto do barulho que ele faz semelhante a gritos!
Ah! Toda vez que estou indo a faculdade, exatamente quando estou sobre a ponte do Poty, me recordo do acidente, parece que as pessoas que estavam naquele carro ainda estão gritando, acho que estou ficando parnoico, pois não consigo esquecê-lo. Foi muito triste! Não aguento mais essas dores que sinto na cabeça, acho que estou com problemas de vista, sempre quando estou lendo, minha cabeça dói, tudo isso depois daquele acidente.
No dia daquela tragédia lembro-me de muitas pessoas ao redor, trinta minutos após tudo o que havia acontecido, civis, PMs, bombeiros principalmente. Havia muitas pessoas envolvidas no acidente no meio da ponte do Poty, e sangue muito sangue! Umas vinte pessoas. As vinte pessoas caíram no rio era esse o número aproximado de pessoas que havia dentro do ônibus.
Todo dia tenho um sonho. Tenho esse mesmo sonho há três anos e meio, isso depois daquele acidente inesquecível do ano de 2009.
Tenho que confessar que adoro ir à faculdade, mas não entendo por que meus professores insistem na mesma aula. Acho que estou com algum problema de saúde, sinto dores na cabeça e coluna e sempre ouço vozes, choros e parece que a cada dia esses choros e vozes se intensificam, as minhas mãos estão sempre quentes. Tão quentes! Além de acordar cedo, sinto dores terríveis nas costas e tenho que tomar banho gelado e isso é terrível. Tenho que consultar o médico estou sentindo calafrios, sempre sinto isso, mas o mais me intriga são as mãos quentes, muito quentes.
Acho que adquiri um trauma depois que presenciei aquele acidente, aliás, eu nem vi o acidente direito, mas ouvia muitos gritos e sentia calafrios, pessoas falando eu indo para casa.
Todos os dias passo inúmeras vezes sobre a ponte e não compreendo, pois a realidade muda; às vezes sinto que estou parado sobre ela. A ultima vez que passei... . Minhas mãos! Não estão mais quentes, acho que estou melhorando, mas a quentura que sentia, agora sinto uma falta grande, pois desde então, elas ficaram frias, muito frias! E agora o que era desagradável me faz falta.
Não me recordo de onde deixei meus cadernos e livros e nem meus documentos, nem me recordo direito se eu peguei o ônibus.
Estou preocupado, pois dede aquele dia do acidente minha mãe nunca mais me ligou coisa que ela faz com frequência, e já estou ficando preocupado com ela, pois tenho o dever de filho de acolhê-la e recompensá-la por tudo que fez e faz por mim. Hoje iremos às cinco aulas de costume, mas, irei sair maia cedo, o professor dos dois últimos horários é terrível não gosto dele. Nunca saio mais cedo da aula e quando saio esse ônibus atrasa.
É muito interessante, após ter pegado aquele ônibus, me arrependi, não costumava matar aula. Próximo da ponte do Poty havia muitas pessoas desesperadas, pois um carro havia batido e matado algumas pessoas, minha curiosidade foi maior e decidi verificar não apenas de soslaio, mas, in loco, o carro estava esmagado, cinco pessoas dentro me parecem que mortas, entrei em desespero e tentei ajuda-las, quando me dei conta estava no meio da ponte e outro carro desgovernado colide comigo. Passaram-se três anos e meio com minhas mãos envoltas nas mãos que mantiveram quentes e me apoiaram em tudo, três anos e meio de choros e lamentos de amor em cima de mim e não acordava.
Hoje eu acordei em um leito de hospital, e só o que tinha era a notícia de minha mãe morta, depois de tanto ter esperança de me abraçar ainda em vida e não suportou. Não chorei, não poderia perder tempo; não poderia imaginar a vida sem minha mãe e a realidade de fracasso de não tê-la ajudado em vida. Hoje morro! Hoje vivo e finalmente a encontro na mesma ilusão em que me encontrava a encontro; ela me diz, finalmente acordou meu filho, me abraça e aquece minhas mãos novamente.
Descansamos juntos, na imaginação da vida na morte numa felicidade infinita que a própria realização da vida na matéria não poderia realizar. Minha mãe, minha vida o que a vida separou a morte uniu.
*Acadêmico de Enfermagem da FACD e aluno do curso de extensão em espanhol da UFPI.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
solo yo
Volver y cambiar en todo
Cambiar y conocerte mejor
Amarme a mi por primero
¿No puedo solo vivir para mí?
Ayudame a sanar las heridas que hiciste
Quiero sanarlas, no quiero sacrificarme
La vida es mejor sin ti; quiero tus manos.
¿Puedo vivir sin tus manos calientes?
Tengo que pensar solo en yo por primero
Cambiar solo yo y no a ti
No puedo cambiar. ¡Ayúdame!
Quiero sentirme egoísta, lo soy.
Contigo soy solo, sin ti soy solo.
Solo yo, solo yo y siempre solo.
*Acadêmico de Enfermagem da FACD e aluno do curso de extensão em espanhol da UFPI.
Cambiar y conocerte mejor
Amarme a mi por primero
¿No puedo solo vivir para mí?
Ayudame a sanar las heridas que hiciste
Quiero sanarlas, no quiero sacrificarme
La vida es mejor sin ti; quiero tus manos.
¿Puedo vivir sin tus manos calientes?
Tengo que pensar solo en yo por primero
Cambiar solo yo y no a ti
No puedo cambiar. ¡Ayúdame!
Quiero sentirme egoísta, lo soy.
Contigo soy solo, sin ti soy solo.
Solo yo, solo yo y siempre solo.
*Acadêmico de Enfermagem da FACD e aluno do curso de extensão em espanhol da UFPI.
Assinar:
Postagens (Atom)







